Metrô instala novos painéis para divulgar acervo

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Novos painéis têm fotos e dados sobre as obras

 

O Metrô de São Paulo (SP) está investindo na divulgação do acervo de arte permanente hoje formado por cerca de cem obras instaladas em 37 das 64 estações. Após lançar o livro e o guia de bolso intitulados ‘Arte no Metrô’, agora foram instalados nas estações 212 novos painéis de dois tipos: um com fotos e fichas técnicas das obras, colocados nas estações em que elas ficam; e outro com as linhas do Metrô e a indicação dos trabalhos de arte de cada uma, instalados em várias estações. Os painéis medem 1,25m x 1,25m e estão dispostos próximos às obras ou em locais de grande circulação de usuários.

O primeiro tipo de painel conta também com QRCode, código de imagem que pode ser lido por dispositivos móveis (celulares, tablets etc) por meio de aplicativo específico. Esse código direciona para o site do Metrô, no qual é possível acessar a versão digital do livro ‘Arte no Metrô’ e conhecer detalhes da história de cada obra e dos respectivos artistas.

Já o segundo tipo de painel traz um mapa das linhas do Metrô e a indicação das estações que têm obras. É uma boa forma de os usuários fazerem o próprio roteiro para conhecer o acervo permanente do Metrô, que conta com obras de renomados artistas brasileiros, entre eles Maurício Nogueira Lima, Amelia Toledo, Renina Katz, Geraldo de Barros, Tomie Ohtake, Wesley Duke Lee, Marcello Nitsche, Emanoel Araujo, Luiz Hermano, Alex Flemming e vários outros.

Outra boa forma de conhecer o acervo é o livro ‘Arte no Metrô’, de autoria do jornalista, crítico de arte e curador Enock Sacramento, lançado no ano passado e disponível no site do Metrô (www.metro.sp.gov.br). Para acessar a reprodução integral do livro, basta entrar no site e clicar em ‘Cultura e Lazer’ e, em seguida, em ‘Livro Digital’. A publicação tem capítulos dedicados a cada um dos artistas autores das obras. Além de detalhar as obras e apresentar as biografias dos artistas, o título conta, na introdução, um pouco da história da formação do acervo permanente do Metrô, iniciada em 1978 e 1979 com cinco trabalhos de arte na estação Sé.

“As obras estão instaladas numa rede metroviária utilizada diariamente por 4 milhões de pessoas. Não existem ainda estudos nesse sentido, mas depreende-se que essas obras são vistas diariamente por um número muito grande de pessoas, certamente superior, em média, à soma dos espectadores de todas as exposições de arte de São Paulo no período de um mês. Trata-se de um fato de extraordinária relevância cultural e social e que evidencia a importância da arte pública numa comunidade”, escreveu Sacramento no livro.

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Texto de Everaldo Fioravante publicado em 20/08/2013 no jornal ‘Metrô News’.

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Foto: Lucas Malkut

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