Livro ‘Arte no Metrô’ já pode ser consultado pela internet

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Livro apresenta 65 autores de obras do Metrô

 

Há poucos dias foi disponibilizado no site do Metrô de São Paulo (www.metro.sp.gov.br) o conteúdo do livro ‘Arte no Metrô’, de autoria do jornalista, crítico de arte e curador Enock Sacramento. A versão impressa foi concluída em agosto passado. O título trata do acervo de 91 obras de arte permanentes instaladas em 37 das 64 estações. São trabalhos como pinturas, esculturas, mosaicos e painéis.

Para acessar a reprodução integral da publicação no site, basta clicar em ‘Cultura e Lazer’ e, em seguida, em ‘Livro Digital’. O livro impresso (edição da A&A Comunicação; 198 págs., formato 31 cm x 28 cm) não é comercializado, mas tem distribuição de exemplares para bibliotecas públicas. Foi utilizada a Lei de Incentivo à Cultura para a produção dele.

A publicação tem capítulos dedicados a cada um dos 65 artistas autores das obras, entre eles importantes nomes da arte brasileira, como Wesley Duke Lee, Cícero Dias, Tomie Ohtake, José Roberto Aguilar e Aldemir Martins. Há alguns artistas que têm trabalhos em mais de uma estação, entre eles Maria Bonomi, Maurício Nogueira Lima, Gontran Guanaes Netto e Odiléa Toscano.

Enock Sacramento, além de detalhar as obras e apresentar as biografias dos artistas, conta, na introdução do livro, um pouco da história da formação do acervo permanente do Metrô, iniciada em 1978 e 1979 com a instalação de quatro obras na Estação Sé. As fotografias que ilustram o livro são de Izan Petterle e Marcos Silva.

Em média são transportadas 4,4 milhões de pessoas por dia no Metrô. Segundo Enock Sacramento, o público que tem acesso às obras das estações é muito maior que o dos museus e galerias de arte da cidade somados: “Boa parte dos passageiros do Metrô está com pressa, não está atenta às obras. Mesmo assim, é um público muito grande. Como ele é composto por pessoas de diversos perfis, há diferentes tipos de relação das pessoas com as obras das estações “, diz.

“É importante garantir o acesso à arte em espaços de muita circulação de pessoas. Em 2007 e 2008, fiz curadoria de várias exposições do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) em diversos locais de grande público em São Paulo. Quando distribuíamos os catálogos das mostras, eles esgotavam-se rapidamente. As pessoas interessam-se por arte e é importante garantir a elas o acesso”, afirma.

Um outro livro de mesmo título, ‘Arte no Metrô’, foi lançado pela empresa em 1994, tratando das obras existentes até então nas estações. De lá para cá, várias novas estações foram abertas e diversas outras obras de arte foram incorporadas ao acervo do Metrô.

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Texto de Everaldo Fioravante publicado em 13/11/2012 no jornal ‘Metrô News’.

Foto: Reprodução

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